Nefrologia

Dieta Nefro

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Nefrologia é a especialidade médica que se ocupa do diagnóstico e tratamento clínico das doenças do sistema urinário, em especial o rim.

 

Alimentos permitidos y proibidos

Na dieta para insuficiência renal, é necessário controlar a ingestão de nutrientes como sal, fósforo, potássio e proteína, e nos casos mais graves também é preciso controlar o consumo de líquidos em geral, como água, sucos e sopas.

Assim, esses pacientes precisam evitar a ingestão de carnes, peixes, castanhas, feijão e alguns tipos de frutas e legumes, como laranja, kiwi, tomate e batata. No entanto, também existem estratégias para reduzir o teor de potássio das frutas e dos legumes, como descascar os vegetais e trocar a água de cozedura na hora da preparação.

A proteinúria é a presença de albumina na urina. A albumina é uma proteína do plasma produzida pelo fígado, através do metabolismo dos alimentos ricos em proteínas (carne, ovos, leite e derivados).

Autora :  , concluiu Curso Superior de Enfermagem em 1996 e a Licenciatura em Enfermagem em 2001. Fez em 2003 o Curso Inicial de Formadores e renovou em 2008. Editora do Conhecer Saúde.

O valor normal no plasma é de 3,5 a 4,5 g/dl. O papel da albumina é conservar o nosso estado nutricional e impedir a saída de líquidos dos vasos sanguíneos e o do rim é manter as proteínas no sangue. Se houver alterações no rim, este vai eliminar a albumina na urina. Com a diminuição da concentração de albumina a água do sangue sai para fora dos vasos, acumulando-se provocando edema (inchaço).

Origem

A proteinúria pode ser de causa glomerular, tubular (fazem parte do rim) ou por excesso de produção:

– Doença glomerular – pode ser devido a uma alteração da permeabilidade da membrana do glomérulo, deixando saír as proteínas para a urina. É a mais frequente.

– Doença tubular – a reabsorção tubular das proteínas filtradas no glomérulo é baixa.

– Aumento de produção de proteínas de baixo peso molecular que se acumulam no plasma. O túbulo não consegue reabsorver todas as proteínas, sendo eliminadas na urina.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através do exame á urina (urina II). Neste exame o valor de proteinúria só é detectável para valores superiores a 0,150 g/dia.

Também há um teste feito com tiras que se mergulham na urina, e ao fim de 2 minutos vê-se o resultado, não em valores numéricos mas com cruzes (+++)

A proteinúria pode aparecer em várias doenças, mas apenas uma percentagem reduzida de doentes poderão sofrer doenças do aparelho urinário, se os valores forem perto do normal.

Não é normal surgir proteinúria na urina. Neste caso o médico pode pedir outro exame à urina, chamado urina 24 horas. Neste exame a pessoa urina para uma garrafa de plástico durante 24 horas, de forma a se poder avaliar com mais precisão o valor correcto da quantidade de albumina eliminada na urina. Neste exame é deitada fora a 1ª urina da manhã em que se começa o exame, colhe-se a urina toda do dia e a 1ª da manhã seguinte.

O médico pode também pedir um exame de sedimento urinário juntamente com o das 24 horas.

O médico também procura saber a história clínica e familiar do doente, nomeadamente se já sofreu de problemas nos rins (pielonefrite), diabetes, hipertensão arterial, anemia, edema em qualquer parte do corpo e sangue na urina (hematúria).

Tipos de proteinúria

A proteinúria pode ser transitória ou permanente. A transitória, como o próprio nome indica, acaba por desaparecer e não significa que a pessoa tem problemas renais. Pode aparecer depois de praticar exercícios violentos, febre, exposição a temperaturas extremas, emoções demasiado fortes, situações de grande stress e convulsões.

Também pode surgir durante a gravidez, se estiver muito tempo de pé (proteinúria ortostática) ou se tiver deformações da coluna. Após a gravidez ou com a pessoa em repouso, pode-se repetir a análise e se verificar que normaliza o valor de eliminação no teste da urina, a proteinúria é benigna.

A permanente pode ser considerada leve se o valor na urina das 24 horas for até 1g (ex: numa pielonefrite crónica), moderada para valores de 1 a 3,5g (ex: uma insuficiência cardíaca pode provocar alterações renais) e maciça ou nefrótica se for superior a 3,5g.

Se o doente tiver edema, é sinal de proteinúria maciça. Se há muita albumina na urina não há no plasma, para impedir a passagem da água e sal para fora dos vasos e evitar o edema. Nesta situação pode haver hipotensão (baixa da tensão arterial) por diminuição do volume de líquidos e perda de sal dentro dos vasos. Como há poucos líquidos em circulação, o doente urina pouco.

Tratamento

O tratamento consiste em repor os valores de albumina e descobrir se a causa da perda das proteínas é benigna (ex: a ortostática) ou é devido a uma doença renal. Na maioria é benigna.

Se na análise apresentar proteinúria e glóbulos brancos, é sinal de infecção urinária.

Muitos medicamentos provocam danos aos rins, levando à proteinúria. O médico poderá pedir o exame de electroforese das proteínas no sangue.

Deve-se procurar a causa e encaminhar o doente para um nefrologista.

Una dieta sana para la Salud de los Riñones

Consejos para personas con la enfermedad de los riñones

by Lola Montalvo, Enfermería , Espana   Montalvo.JPG

Estos consejos le ayudarán a comer correctamente mientras controla la enfermedad de los riñones. Los primeros pasos para comer bien son importantes para todas las personas con la enfermedad de los riñones.

Elija y prepare alimentos con menos sal y sodio. ¿Por qué?

Coma la cantidad y el tipo correcto de proteínas. ¿Por qué?

Para ayudar a mantener su presión arterial al nivel establecido por su médico. Su dieta debe contener menos de 2.300 miligramos de sodio por día.

Para ayudar a proteger los riñones.

Escoja alimentos que sean saludables para el corazón. ¿Por qué?

Para evitar que las grasas se acumulen en los vasos sanguíneos, el corazón y los riñones.

Pruebe las opciones bajas en sodio de las comidas congeladas y otros alimentos precocinados o empaquetados.

■ Enjuague en agua los vegetales, frijoles (judías, alubias, habichuelas), carnes y pescados en lata antes de comer.

MINERALES: se necesitan en muy poca cantidad, pero son imprescindibles para la vida y para que el organismo funcione correctamente. Indicar que su rango es muy estrecho, de tal forma que pequeñas variaciones en la cantidad que exista en el organismo, tanto por exceso como por defecto, pueden desencadenar grandes trastornos o incluso poner en riesgo la vida. Todos se excretan por las heces y sobre todo, por la orina. Por ello los pacientes con ERC deben prestar una especial atención en la ingesta de ciertos de ellos.
Existen muchísimos minerales, algunos son necesarios en cantidades ínfimas en la dieta (como el Cinc, el Cobre, Cobalto, Selenio, Manganeso, Cloro…), por lo que no hay que prestar más atención en las cantidad a ingerir si se lleva una dieta variada. Veamos los que SÍ son fundamentales en la dieta en los pacientes con ERC:
  • Sodio: suele encontrarse en la sal y en todos los alimentos. Una de sus funciones es retener agua en el organismo, por lo que un exceso de SODIO produce retención de líquidos. Un paciente con ERC debe eliminar el exceso de SODIO de su dieta y comer sin nada de sal, por razones obvias.
  • Potasio: suele encontrarse en todos los alimentos en mayor o menor medida. Es un ión intracelular, es decir, predomina dentro de las células y se elimina en equilibrio con el SODIO en la orina. El aumento de sus niveles en sangre (por no eliminación en la orina, en el caso de pacientes con ERC) es muy peligroso y lesivo para el organismo. Debe ser reducido al máximo de la dieta en pacientes con ERC.
  • Calcio y Fósforo: suelen encontrarse de forma muy repartida en todos los alimentos, predominando en los de origen lácteo y en los pescados. Forman parte de los huesos y se encuentra en equilibrio. Ambos forman la estructura ósea normal de un adulto. El CALCIO se absorbe gracias a la acción de la Vitamina D, que en los pacientes con ERC está deficitaria. El resultado: aumenta el FÓSFORO, disminuye el CALCIO y la hormona que regula el nivel normal del Calcio, la PTH (Hormona Paratiroidea) se ve elevada, en un intento desesperado por aumentar los niveles de CALCIO y lo hace a costa de sacarlo de los huesos. Es por ello que, en los pacientes con ERC se deben disminuir al mínimo los aportes en la dieta de FÓSFORO; a veces, en los casos más alterados del metabolismo del CALCIO-FÓSFORO, también se debe disminuir el aporte del Calcio.
  • Hierro: el hierro es un mineral imprescindible para la fabricación de los glóbulos rojos o Hematíes en la médula ósea; el HIERRO forma parte de la sustancia que encuentra dentro de los glóbulos rojos, llamada Hemoglobina. Los pacientes con ERC sufren Anemia (disminución del número normal de glóbulos rojos en la sangre) de forma habitual porque en los riñones se fabrica una sustancia que estimula a la médula ósea para que fabrique hematíes; esta sustancia se llama ERITROPOYETINA y es una hormona. Al dañarse el tejido renal, esta hormona deja de sintetizarse por lo que, por regla general, se debe administrar en forma de inyecciones subcutáneas o intravenosas, la EPO. Ello asociado a un peor metabolismo del HIERRO en los pacientes con ERC, lleva a que la mayor parte de ellos sufran Anemia. En este caso hay que vigilar que el aporte de HIERRO en la dieta sea adecuado, evitando aquellos alimentos que dificultan su absorción en el intestino.
  • En general, la dieta de un paciente con ERC se basa en los Hidratos de Carbono(pan, pasta, arroz, patatas…), vegetales (previamente puestos a remojo) y en una importante limitación de las proteínas (carnes, pescados, legumbres). Los únicos que se pueden tomar con cierta libertad, son los alimentos del primer grupo, losHidratos de Carbono, dado que son los únicos cuyos componentes no son nocivos al no acumularse como tal y metabolizarse al completo en el organismo. Eso sí, si el paciente con ERC es diabético, entonces deberá restringir la cantidad de Hidratos de Carbono en base a como le diga su nefrólogo y/o endocrino; ello es debido a que el elemento más básico en los Hidratos de Carbono es la Glucosa que se metaboliza correctamente gracias a la acción de la insulina, que en los diabéticos está alterada en su función o ausente.
  • Intervencion dietetica para pacientes 

FÉCULAS, CEREALES Y DERIVADOS

Ración: 1-2 rebanadas grandes de pan = 6 tostadas de pan = 3 rebanadas de pan de molde = 8 galletas tipo “Maria” = 3 cucharadas soperas de arroz, pasta, harina o legumbres

Cantidad recomendada: 5-6 raciones al día

Este grupo debe constituir la BASE DE SU ALIMENTACIÓN. Si tiene hipertensión elegir los alimentos sin sal.

LECHE Y LÁCTEOS

Ración: 1 taza de leche (240 ml) = 2 yogures (250 ml) = 1 postre lácteo (natillas, flan, arroz con leche) = 1 porción de queso magro (fresco o tipo burgos 60-80 gr.)

Cantidad recomendada: ½ ración de lácteos al día

Es preferible tomar los lácteos enteros o semidesnatados, ya que los desnatados tienen más cantidad de minerales como el fósforo.

CARNES, PESCADOS Y HUEVOS

Ración: 1 filete mediano de carne (120 gr.) = 1 porción mediana de pescado (160 gr.) = 1 huevo + 1 clara = 4 lonchas finas de jamón dulce/ serrano/ pavo/ pollo (120 gr)

Cantidad recomendada: 2 raciones al día.

FRUTAS

Ración: 1 pieza mediana de fruta de 200-250 gr. = 1 vaso pequeño de zumo (100-125 ml)

Cantidad recomendada: 1 ración de fruta al día. Si tiene el potasio elevado reducir la cantidad a media ración al día o suprimir las frutas temporalmente hasta que se normalicen tus niveles de potasio.

VERDURAS

Ración: 1 plato mediano de verdura (200 gr.) = 1 bol de ensalada variada

Cantidad recomendada: 1 ración de verdura al día

¡¡¡OJO!!! hay que aplicar el REMOJO Y LA DOBLE COCCIÓN a verduras, hortalizas y legumbres

GRASAS Y ACEITES

Ración: 1 cucharada sopera de aceite (10 gr) = 1 cucharada sopera de mayonesa casera (15 gr) = 2 cucharillas de postre de mantequilla/margarina

(10 gr) = 1 puñado de frutos secos (10-15 gr)

Cantidad recomendada: 7 raciones al día.

AZÚCARES Y DULCES

Receita Modelo

1. Salsita con agua (sí, agua) 
Sirve tanto para pescados como para carnes.
Preparar una sartén y echar una cucharada de aceite de oliva, si es virgen extra, mejor. Cuando esté caliente cocinar el alimento a la plancha al gusto, pero recordad la no conveniencia de que esté crudo, tanto en pescados como en carnes, por los microorganismos que puedan contener (un calor de 60ºC aplicado de forma uniforme y durante unos 3-5 minutos acabaría con ellos) como por los parásitos tipo anisakis (propios de pescados) que se destruyen con el calor (y mediante la congelación a -20ºC, un mínimo de 2 horas). Evitar también que el alimento esté excesivamente churruscado; el negro quemado del alimento es perjudicial para nuestra salud [1]
Una vez cocinado el alimento, y con mucho cuidadito porque salta mucho, en la misma sartén que hemos utilizado, se añade una cucharada o dos de agua. Con una espátula de madera o silicona removemos sobre el aceite restante y sobre la sustancia que ha dejado el pescado o la carne al cocinarse; dejamos reducir al gusto, es decir, hasta que esté lo espeso que a cada uno le guste más y lo echamos sobre el pescado o carne.

framboesa

1/2 chávena de framboesas = 0 mg de sódio, 93 mg de potássio, 7 mg de fósforo.

 

 

As framboesas contêm um fitonutriente chamado ácido elágico, que ajuda a neutralizar os radicais livres no organismo para evitar danos às células

alho

Alho 1 dente de alho = 1 mg de sódio, 12 mg de potássio, 4 mg de fósforo.

Azeite de oliva

1 colher de sopa de óleo de oliva = menos de 1 mg de sódio , menos de 1 mg de potássio, 0 mg de fósforo.   Cebolas    arandos011/2 chávena de cebola = 3 mg de sódio, 116 mg de potássio, 3 mg de fósforo.

azeite01

Arandos

1/2 chávena de sumo de arando = 3 mg de sódio, 22 mg de potássio, 3 mg de fósforo

Cerejas

1/2 chávena de cerejas frescas = 0 mg de sódio, 160 mg de potássio, 15 mg de fósforo

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Repolho

1/2 chávena repolho verde = 6 mg de sódio, 60 mg de potássio, 9 mg de fósforo.

couveflor

Couve-flor

1/2 chávena de couve-flor fervida = 9 mg de sódio, 88 mg de potássio, 20 mg de fósforo

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Controlar a quantidade de proteínas

O consumo de proteínas pode ser feito mas a quantidade que pode ser ingerida em cada refeição dependem do peso e do funcionamento do rim do paciente e, por isso, os valores são indicados pelo nutricionista, devendo ser sempre respeitados. Por isso, na maioria dos casos é necessário usar uma balança para pesar a quantidade permitida, sendo normalmente recomenda 0,8 a 1g/kg/dia.

A principal fonte de proteínas deve ser de origem animal como carne de frango, peru e clara de ovo porque é melhor tolerada pelo organismo e, em alguns casos, pode ser necessário tomar suplementos nutricionais como Ensure Plus, Nepro, Promod Protein Powder, por exemplo, segundo indicação do nutricionista. Conheça mais Alimentos ricos em proteína.

Alimentação para hemodiálise
Alimentação para hemodiálise

 Limitar o consumo de potássio

É necessário controlar a ingestão de potássio, que pode ser encontrado na maioria dos legumes, frutas, leite e chocolate, pois o excesso de potássio no sangue leva a problemas do coração e a fraqueza dos músculos.

Segue-se uma tabela com os alimentos que devem ser evitados e aqueles que podem ser consumidos.

Alimentos ricos em Potássio – Evitar Alimentos pobres em Potássio – Consumir
abóbora, chuchu, tomate brócolis, pimentão
beterraba, acelga, aipo repolho cru, broto de feijão
rabanete, escarola caju, cereja
banana, mamão, mandioca limão, maracujá
cereais, leite, carne, batata melancia, suco de uva
chocolate, frutos secos lima, jabuticaba

As frutas secas como nozes, os sucos de fruta concentrados, os caldos para cozinhar e os substitutos do sal ou sal light também são ricos em potássio e, por isso, devem ser eliminados da dieta. Veja aquelas alimentos que deve evitar porque são Alimentos ricos em potássio.

Como controlar a quantidade de potássio: Uma parte parte do potássio sai dos alimentos, por isso, pode-se por de molho em água os alimentos 2 horas antes de cozinhar ou comer, ou cozê-los em água fervente.

3. Diminuir a quantidade de sal

O sódio é ingerido normalmente através dos alimentos ricos em sal e em quantidades excessivas pode ficar acumulado no corpo, levando à sensação de sede, corpo inchado e pressão alta, o que é muito prejudicial à saúde do paciente que faz diálise.

Um paciente a fazer hemodiálise, normalmente só pode consumir até 1000 mg de sódio diariamente, porém as quantidades exatas devem ser indicadas pelo nutricionista. Assim, o paciente não deve adicionar sal à comida, pois a maioria dos alimentos já contêm sódio.

Alimentação para hemodiálise
Alimentação para hemodiálise

Como controlar a quantidade de sal: Ler os rótulos dos alimentos, evitando comprar alimentos ricos em sal, como enlatados, congelados fast-food e embutidos, optando por alimentos frescos. Outra estratégia é utilizar ervas, sementes, azeite e vinagre para temperar

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