Gingko

Ginkgo biloba, used in Traditional Chinese Medicine, has gained modern attention as a weight loss supplement. Although ginkbo biloba contains properties known to boost dieting efforts, no studies confirm its use for shedding pounds. Consult a physician before taking ginkbo biloba or beginning any weight loss program.

Traditional Uses

Among the oldest living tree species, ginkgo biloba is also among the most extensively studied plants by modern scientists, according to the University of Maryland Medical Center. It is among the top medicines prescribed in France and Germany and among the top-selling herbal supplements sold in the United States, according to the University of Maryland Medical Center.

It has traditionally been used to treat circulatory disorders and memory loss, and clinical tests support its use in the treatment of Alzheimer’s disease, macular degeneration, glaucoma and tinnitus.

Botanical names:

Ginkgo biloba   

Parts Used & Where Grown

Ginkgo biloba is the world’s oldest living species of tree. Individual trees live as long as 1,000 years. Ginkgo grows most predominantly in the southern and eastern United States, southern France, China, and Korea. The leaves of the tree are used in modern herbal medicine

Ginkgo

Also indexed as:Ginkgo biloba

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Botanical names:Ginkgo biloba

Parts Used & Where Grown

Ginkgo biloba is the world’s oldest living species of tree. Individual trees live as long as 1,000 years. Ginkgo grows most predominantly in the southern and eastern United States, southern France, China, and Korea. The leaves of the tree are used in modern herbal medicine.Dezenas de investigações avaliam os efeitos cognitivos do gingko em humanos. A maioria tem incluído pacientes com dificuldades de leve a moderada, usualmente um diagnóstico precoce de Alzheimer. Muitas das experiências que evidenciam uma melhora cognitiva nos pacientes com Alzheimer utilizaram um extrato padronizado de gingko conhecido como EGb 761.

Os pesquisadores do gingko empregam usualmente testes de aprendizado e memória. Menos atenção tem sido dada a outras funções mentais como atenção, motivação e ansiedade. Além disso, como a maioria dos testes ocorreu após administração a longo prazo do gingko biloba (normalmente vários meses), fica difícil identificar quais habilidades cognitivas foram afetadas. Índices elevados em testes de memória e aprendizado poderiam, por exemplo, derivar do fato de que os pacientes que tomaram gingko prestaram mais atenção às instruções iniciais. 

Como os estudos variaram enormemente, em termos de quantidade de pacientes e de controle sobre condições experimentais, é recomendável restringir-se às investigações mais rigorosas. Em 1998, Barry S. Oken da Oregon Health Sciences University e colegas selecionaram mais de 50 trabalhos envolvendo pacientes com prejuízo mental e elegeram quatro que condiziam com uma série de critérios conservadores, incluindo diagnóstico com características suficientes para Alzheimer, uso de extrato de gingko padronizado e um controle placebo duplo-cego (onde tanto os sujeitos como os pesquisadores não sabem, até o final, se um determinado paciente está recebendo o extrato ou o placebo).

Estudos como esse mostraram que os pacientes com Alzheimer, que receberam o gingko, obtiveram um melhor desempenho em testes cognitivos variados, se comparados com os pacientes que receberam placebo. A melhora, entre 10% e 20%, foi evidente em testes padronizados que medem a atenção, memória de curto prazo e tempo de reação. 

Oken e colegas relataram que o efeito do gingko foi comparável ao da droga donepezil, que é, atualmente, a opção de tratamento para Alzheimer. O donepezil melhora a atividade cerebral ao inibir a quebra da acetilcolina, substância química cerebral que transmite sinais entre certos neurônios. Apesar desses achados aparentemente encorajadores, outra experiência grande e bem controlada do EGb 761, envolvendo pacientes em estágios de demência de leve a moderado, no entanto, resultou que o “efeito do gingko não é sistemática e clinicamente significativo” em qualquer dos testes cognitivos aplicados…Além disso, pelo menos um estudo demonstrou efeitos positivos em pacientes mentalmente prejudicados logo após um tratamento com gingko. Hervé Allain da Université de Haute Bretagne em Rennes, França, ministrou uma dose relativamente alta de gingko – 320 ou 600 mg – a um pequeno grupo de idosos com prejuízo leve de memória, relacionado à idade. Uma hora após o tratamento, Allain testou a memória dos pacientes ao apresentar listas curtas de palavras ou desenhos, solicitando que eles se recordassem dos conteúdos subseqüentemente. A capacidade de se lembrar do material rapidamente aumentou após a ingestão do gingko. O resultado levanta a possibilidade de que, a curto prazo, ações biológicas proporcionem a base para os efeitos sobre a cognição atribuídos ao gingko.

This supplement has been used in connection with the following health conditions:

Used for

Amount

Why

Age-Related Cognitive Decline

120 to 160 mg daily

Most, but not all, clinical trials have found this herb to be a safe and effective treatment for ARCD.

Glaucoma

120 mg daily of a standardized herbal extract

In cases of normal tension glaucoma; ginkgo may help improve vision.

Alzheimer’s Disease

120 to 240 mg of a standardized herbal extract daily

Ginkgo biloba extract is an approved treatment for early-stage

Alzheimer’s disease in Europe. It is thought to improve memory and quality of life and slow early disease progression.

Depression

240 mg daily

Ginkgo may alleviate depression in elderly people not responding to antidepressant drugs.

Erectile Dysfunction

60 to 240 mg daily

The herb Ginkgo appears to increase blood flow to the penis.

Macular Degeneration

120 to 240 mg daily of a standardized herbal extract

Taking ginkgo may help treat early stage macular degeneration.

Tardive Dyskinesia

240 mg daily

Ginkgo biloba extract EGb 761 improved symptoms of tardive dyskinesia by about 30% in schizophrenic patients.

antioxidante GI … Dr. X. NIKO MS

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