Leptina

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Web MD

The Facts on Leptin:

 

It’s been called the “obesity hormone” or “fat hormone” — but also the “starvation hormone.” When scientists discovered leptin in 1994, excitement arose about its potential as a blockbuster weight loss treatment. Even today, the Internet is loaded with sites that sell leptin supplements. Any truth to those pitches? And what exactly is leptin?

WebMD asked two experts on leptin to discuss how this hormone affects weight and appetite, as well as other aspects of health.

Q. What is leptin?

“Leptin is not our obesity hormone. Leptin is our starvation hormone,” says Robert H. Lustig, MD, professor of pediatrics at the University of California, San Francisco and a member of the Endocrine Society’s Obesity Task Force.

Leptin is a protein that’s made in the fat cells, circulates in the bloodstream, and goes to the brain. “Leptin is the way your fat cells tell your brain that your energy thermostat is set right,” Lustig says.

“Leptin tells your brain that you have enough energy stored in your fat cells to engage in normal, relatively expensive metabolic processes,” he says. “In other words, when leptin levels are at a certain threshold — for each person, it’s probably genetically set — when your leptin level is above that threshold, your brain senses that you have energy sufficiency, which means you can burn energy at a normal rate, eat food at a normal amount, engage in exercise at a normal rate.

Metabolism. 2015 Jan;64(1):146-56. doi: 10.1016/j.metabol.2014.07.014. Epub 2014 Aug 3.

Leptin treatment: facts and expectations.

Abstract

Leptin has key roles in the regulation of energy balance, body weight, metabolism, and endocrine function. Leptin levels are undetectable or very low in patients with lipodystrophy, hypothalamic amenorrhea, and congenital leptin deficiency (CLD) due to mutations in the leptin gene. For these patients, leptin replacement therapy with metreleptin (a recombinant leptin analog) has improved or normalized most of their phenotypes, including normalization of endocrine axes, decrease in insulin resistance, and improvement of lipid profile and hepatic steatosis. Remarkable weight loss has been observed in patients with CLD. Due to its effects, leptin therapy has also been evaluated in conditions where leptin levels are normal or high, such as common obesity, diabetes (types 1 and 2), and Rabson-Mendenhall syndrome. A better understanding of the physiological roles of leptin may lead to the development of leptin-based therapies for other prevalent disorders such as obesity-associated nonalcoholic fatty liver disease, depression and dementia.

 

Resistencia a la Leptina como  causa de obesidad

Muitas pessoas acreditam erroneamente que o ganho e perda de peso estão fortemente ligados as calorias que comemos e a força de vontade.

No entanto uma pesquisa da obesidade moderna discorda um pouco sobre estes pensamentos. Existe um hormônio chamado Leptina que tem sido apontado pelos cientistas como o principal causador deste efeito.

Também chamado de Efeito Sanfona (Emagrece e Engorda rapidamente)

Seguindo a linha de vários estudos, acredita-se que a resistência à Leptina é o líder controlador de ganho de gordura em seres humanos.

Leptina – O hormônio “Máster” que regula o peso do corpo

A Leptina é um hormônio produzido pelas células de gordura do corpo. Ela é muitas vezes referida como o “hormônio da saciedade” ou o “hormônio de inanição”.

O alvo primário da Leptina é o cérebro, atingindo particularmente uma área chamada de hipotálamo.

Simplesmente falando, a Leptina tem a responsabilidade de em dizer ao cérebro que temos bastante gordura armazenada, não precisamos mais comer e podemos queimar as calorias em um ritmo normal.

Ela também tem muitas outras funções relacionadas com a fertilidade, imunidade, função cerebral e outros.

O principal papel da Leptina é a regulação em longo prazo do balanço de energia, ou seja, relaciona-se com a quantidade de calorias que comemos, gastamos, e a quantidade de gordura que armazenamos em nossos corpos.

O sistema da Leptina tem a função de não nos deixar passar fome ou comer demais, entretanto a facilidade que se tem para comer em nossa atualidade não se compara aos primórdios da humanidade, quando o homem tinha que caçar para se alimentar.

Hoje em dia o trabalho que se tem para comer muitas vezes é só o de abrir a geladeira, com toda essa facilidade, o nosso corpo começa a se acostumar a ter comida de forma fácil e rápida e o sistema da Leptina que devia nos regular para não comermos demais fica prejudicado.

 

GORDURA: A VIDA SECRETA DE UMA CÉLULA PODEROSA

DENISE GRADY-The New York Times

Os cientistas pensavam que a gordura corporal e as células que a constituíam eram inertes, apenas como um compartimento de armazenamento. Porém, com o passar das décadas as pesquisas têm demonstrado que as células gordurosas agem como fábricas químicas e que a gordura corporal é uma potente substância: um tecido altamente ativo que secreta hormônios e outras substâncias com efeitos profundos e às vezes perigosos ao metabolismo.

Recentemente, os biologistas começaram a chamar a gordura de um “órgão endócrino”, comparando-a com glândulas como a tireóide e hipófise,também liberando seus hormônios diretamente na circulação sanguínea.

Porém existe uma importante diferença. Estas glândulas não podem proliferar e crescer como as células de gordura, que possuem aparentemente uma infinita capacidade de proliferação.Gordura corporal em excesso pode agir como um veneno, liberando substâncias que contribuem para a diabetes, doença cardíaca, hipertensão, derrame e outras doenças, incluindo alguns tipos de câncer.A leptina é um hormônio produzido pelos adipócitos, ou células gordurosas, e é um dos responsáveis por regular o metabolismo, apetite e peso corporal. Ela atua no hipotálamo, bloqueando a sensação de fome, sendo um dos responsáveis por conduzir os sinais que regulam a vontade de ingerir alimentos do corpo para o cérebro. Por isso, pessoas obesas podem ter problemas na produção deste hormônio.

Os pesquisadores tentam decifrar a biologia da célula gordurosa na esperança de encontrar caminhos que auxiliem as pessoas eliminar o excesso de gordura ou, no mínimo, prevenir que a obesidade destrua sua saúde. Em um mundo progressivamente obeso, estes esforços são de altíssima importância.

A expressão do mRNA da leptina em humanos  e roedores e o nível de leptina no sangue são correlacionados com o grau degordura. As evidências indicam que a insulina tempapel importante na regulação da expressão da leptina in vitro e in vivo.
.

Como había sido sugerido por Coleman en sus estudios iniciales, el ratón obeso y diabetico produce leptina pero tiene una insensibilidad hipotalamica a sus efectos, es decir un modelo de leptina resistencia.

En humanos, se bien recientemente descubrieron casos de obesidad severa por ausencia de leptina …

Se ha sugerido que la obesidad se produce porque después de ciertas concentraciones de leptina su sistema de transporte hematoencefalico se satura o porque se desarrolla una alteración en sus receptores en el plexo conoideo.

La leptina plasmática se corelaciona positivamente con el indice de masa Corporal –  IMC

y con el porcentage de grasa corporal.Parece que existe una correlacion significativa entre los niveles de leptina plasmáticos y los de insulina basal en individuos normales , aunque las interacciones entre dos hormonas son compleja existiendo aspectos por dilucidar .

También influyen sobre la expresión de la leptina otras hormonas como la testosterona y los glucocorticoides.

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A etiologia da obesidade não e de fácil identificação uma vez que a mesma é caracterizada como uma doença multifatorial.

Pesquisas recentes na área de metabolismo mostram que o adipócito e capaz de sintetizar varias substancias e, diferentemente do que se supunha anteriormente, o tecido adiposo não e apenas um sitio de armazenamento de triglicérides, é hoje considerado um órgão endócrino.

Liptin vs Ghrelin

Email : drxniko@outlook.com

nuevo:  para traducir español a portugués Brasil

Perspectivas de aplicaciones futuras de la leptina

El identificar los genes regulados por la leptina ha mejorado el conocimento sobre como la leptina causa sus efectos sobre, peso y apetito. Tambien puedo ofrecer nuevos objectivos para el diseno de drogas como armas terapeuticas  que pueden estimular la perdida de peso.

Actualmente se estan desarollando protocolos clinicos de tratamento con leptina recombinante a obesos humanos diabeticos tipo 2.

4resist-insulina

La leptina es un hormona de 146 aminoacidos producida a partir de un precursor de 167 aminoacidos , cuya identificacion haya revolucionado los conocimentos fisiologicos sobre la regulacion de peso corporal. Se ha descrito en las personas obesas un estado de la resistencia a la leptina . Solamente en 1994 Friedman descubrio la hormona leptina, que segun el autor forma parte de un sistema complejo que regular el hambre y la grasa corporal.

Resistência à Leptina:

Uma Das Principais Causas De Emagrecer  Engordar

Resistência à Leptina pode ser a principal anormalidade Biológica para a Obesidade

As pessoas que são obesas têm muita gordura corporal em suas células de gordura.

As células de gordura produzem a Leptina em proporção ao seu tamanho, ou seja, as pessoas obesas têm níveis muito elevados de Leptina por conta da grande quantidade de tecido gorduroso.

Quando a Leptina está em seu funcionamento normal, o cérebro automaticamente fica sabendo que gordura elevada no organismo significa que energia se tem de sobra.

No entanto, o problema é que o sinal da Leptina não funciona, o cérebro não consegue recebê-lo. Grosseiramente falando, mesmo que haja uma tonelada de Leptina por aí, o cérebro não consegue enxergar, ou seja, com isso o seu cérebro acha que você está sem gordura e por incrível que pareça, ele associa que com isso você esta Magro(a) e precisa de mais comida.

Esta condição é conhecida como a resistência à Leptina. Acredita-se agora ser a principal anomalia biológica na obesidade humanaResistência a Leptina.

O Que Pode Causar Resistência à Leptina?

De acordo com alguns pesquisadores, vários mecanismos celulares subjacentes à resistência à Leptina foram identificados.

Podemos Citar:

  • Inflamação: sinalização inflamatória no hipotálamo é uma importante e provável causa de resistência à Leptina em animais e seres humanos.
  • Ácidos Graxos (gordos) livres: Elevados níveis de ácidos graxos livres na circulação sanguínea, podem aumentar osDieta Dr X Niko MS de gordura no cérebro e interferir com a sinalização da Leptina.
  • Altos Níveis de Leptina: Níveis elevados de Leptina em primeiro lugar parecem causar resistência à Leptina.

 

 

  • A chave para prevenir (ou reverter) a resistência à Leptina está na redução da inflamação induzida por uma reeducação alimentar. Dieta Dr X Niko MS

  • Diet-michaelfox
  • Existem várias coisas que você pode fazer:

    • Evitar alimentos processados (industrializados): Dieta Dr X Niko MS  reverter a integridade do intestino e da unidade de inflamação.
    • Coma a fibras solúveis: Comer fibras solúveis pode ajudar a melhorar a saúde do intestino e pode proteger contra obesidade.Dieta antioxidante Dr. X NIKO MS
    • Exercício: A atividade física pode ajudar a reverter à resistência à Leptina.
    • Actividad Fisica, Dieta antioxidante  Dr. X NIKO MSafrican mujer.abs

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